Calor do Humano

Calor humano. No caso, o meu mesmo. Calor. Temperatura atmosférica deste início de ano doido que não sabe se é verão, não sabe o que é. Tá tudo meio doido mesmo, porque com a temperatura seria diferente (e nem vou mencionar aquecimento, essas merdas)? Calor e cansaço de uma semana de cão, muito trampo, muita encheção e nenhuma, digo, nenhuma crise. Tem trampo à beça pra matar. Daí a pergunta, que crise? Calor. Noite com cara de verão (mais ou menos), luazinha razoável, alguns telefonemas, alguns perdidos e alguns achados. Mas, ok. Ninguém tem obrigação de nada, a não ser ser honesto consigo mesmo. E isso já é louvável nestes tempos em que tá tudo meio doido mesmo. Calor. Vontade de sair. Vontade de ficar. E eu acabei de chegar. Como disse, muito trampo e nenhuma crise. A minha, talvez, que tá aí, bem alimentada, gordinha, cresceu que é uma beleza. Virou uma cavalona, a menina. Tudo bem, eu contribuí com alguns Doritos Queijo Nacho, que agora é o único sabor que tem por aqui, em sul america. Calor e ainda não decidi o que fazer com as vontades desencontradas. Mas tudo bem, são elas que costumam decidir, mesmo. Então vou deixar por conta delas. Tá muito calor e convém evitar a fadiga. Só por hoje, eu não bebi. Peace!!

– Recado pro Rodrigo (vagabundo) Oliveira: Faz logo este Blog, e não se preocupa muito se vai ser de trampo ou pessoal. Faz os dois. Faz o que você quiser, velho!!

1 Response to "Calor do Humano"

  1. Rodrigo Says:

    Recado dado cara!!! Já estou amadurecendo a idéia!!! Abraço